quarta-feira, 25 de maio de 2011

LUTO NACIONAL!... CHORAM NOSSAS VERDES MATAS; CHORA NOSSA MÃE TERRA...

APOIADO NO CORRIMÃO MONTADO PELA REVISÃO DE ALDO RABELO, O  AGRONEGÓCIO CONSEGUE VENCER A DIGNIDADE E A ÉTICA, E APROVA NO CONGRESSO NACIONAL O CÓDIGO FLORESTAL QUE APUNHALA OS SONHOS DAS FLORESTAS... ESTUPRA O CORAÇÃO DA VIDA... AGORA, CHORAM NOSSAS VERDES MATAS... AGORA, CHORA, A NOSSA MÃE TERRA...

Minha terra tinha palmeiras
no deserto onde agora
chorará o sabiá... Jorge Bichuetti


Motivo... escutemo-lo:


Hoje, o povo da floresta chora... e todos, juntos lamentamos... Talvez, a vida como a das lideranças assassinadas pela luta no Pará, nunca será no amanhã...
Negociaram nosso verde; sobrou cinzas... Nossa bandeira não tremulará mais , ouvindo:


Luto nacional!... Há uma esperança; a postura ética de quem já foi torturada... não irá   abonar a catástrofe final... roguemos pelo povo e pela vida, o veto de Dilma Rousseff... antes que tenhamos que esperar a veto da mãe natureza.


Silêncio indignado... Luto. Luto Nacional...
















VERDE QUE TE QUERO VERDE: NÃO DESISTIREMOS! LUTAREMOS... CONTRA O CINZA E AS CINZAS DO CONGRESSO NACIONAL

21 comentários:

  1. Lindas canções uma apelo da poesia pela nossa mãe natureza...
    com carinho
    clara

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  2. O HOMEM SE AUTO-DESTRUINDO !!!

    ABRÇS.
    BRUNO JP TEIXEIRA - O PORTUGA
    http://brunojpteixeira.blogspot.com/

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  3. Boa tarde!
    Passando para uma visitinha.
    Saudações,
    Carla

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  4. Clara, viu acabou saindo com belas canções. Abraços com alegria e paz. Jorge

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  5. Bruno, sim, destruindo as matas, acabamos aniquilando o meio ambiente. Um carinhoso, abraço; jorge bichuetti

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  6. Carla, uma alegria vê-la por aqui, sinta sempre en casa. Abraços com carinho, Jorge Bichuetti

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  7. Deixo apenas uns versos de um poema...

    Se os carvalhos falassem

    Se os carvalhos falassem
    não ficaria eu tão só
    e as minhas conversas deixariam de ser
    monólogos que me queimam na gorja

    Se os carvalhos falassem
    minha seria a dor da sua decota
    meu o medo ao incêndio
    e minha a capa de prata do seu tronco

    Se os carvalhos falassem
    meu seria o mundo dos pássaros
    meus os degoiros e fantasias
    minhas as pernas trepadoras de criança
    e suas as minhas caricias

    Se os carvalhos falassem
    seus os meus ouvidos
    minhas as suas queixas
    meus os seus ancestros e os druidas
    e as fadas do monte que há herdar meu corpo

    Se os carvalhos falassem
    Escutaria eu não outra fala
    meu o refugio entre urzeiras e carpaços
    minhas a paz e a liberdade
    meu o meu destino
    minha a minha pátria.

    Concha Rousia

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  8. Todo Cambia

    Cambia lo superficial
    Cambia también lo profundo
    Cambia el modo de pensar
    Cambia todo en este mundo

    Cambia el clima con los años
    Cambia el pastor su rebaño
    Y así como todo cambia
    Que yo cambie no es extraño

    Cambia el mas fino brillante
    De mano en mano su brillo
    Cambia el nido el pajarillo
    Cambia el sentir un amante

    Cambia el rumbo el caminante
    Aúnque esto le cause daño
    Y así como todo cambia
    Que yo cambie no es extraño

    Cambia todo cambia
    Cambia todo cambia
    Cambia todo cambia
    Cambia todo cambia

    Cambia el sol en su carrera
    Cuando la noche subsiste
    Cambia la planta y se viste
    De verde en la primavera

    Cambia el pelaje la fiera
    Cambia el cabello el anciano
    Y así como todo cambia
    Que yo cambie no es extraño

    Pero no cambia mi amor
    Por mas lejo que me encuentre
    Ni el recuerdo ni el dolor
    De mi pueblo y de mi gente

    Lo que cambió ayer
    Tendrá que cambiar mañana
    Así como cambio yo
    En esta tierra lejana

    Cambia todo cambia
    Cambia todo cambia
    Cambia todo cambia
    Cambia todo cambia

    Pero no cambia mi amor...

    Mercedes Sosa

    http://www.youtube.com/watch?v=Za75SkduQX8&feature=related (vídeo)

    Jorgito, confio que isto também mudará, será diferente... sigamos sem mudar o nosso amor! Saudades, com carinho, Samara.

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  9. Jorge, é isso aí, o consumo movendo o mundo e submetendo a todos nós, nosso país subserviente à exploração interna e externa, ao capital, simplesmente quem dita as regras no Brasil são os empresários, os grandes banqueiro e a mídia. Ou o povo se rebela contra tudo isso, ou a natureza se encarregará de dizer sozinha: "stop". Beijos, meu doce amigo.

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  10. Concha, que belo poema: um ar no dia sufocado; de derrotas e desânimo - chegou cheio de vida, vida renascente.
    ABRAÇOS COM CARINHO, jORGE

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  11. SAMARA, QUANTA SAUDADE; ÀS VEZES, PENSO QUE SÓ TEMOS SAUDADE NO ADEUS; NÃO É VERDADE... É QUE SENTIAMOS SEM DIZER: ABRAÇOS, BEIJOS COM CARINHO; JORGE

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  12. Tânia, e a natureza insurgente diz que já não suporta o desamor, o desmando do abandono... a exclusão.
    Abraços com carinho; Jorge

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  13. A mãe natureza ainda não mandou um raio fulminante sobre o "CONGRESSO" porque ainda existe um pouco de políticos "HONESTOS" lá dentro. A nossa única esperança é a D. Dilma mostrar pra que veio.

    Abraços e muita paz pra ti e para os teus.

    Furtado.

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  14. Bom dia, amigo Jorge... hoje aqui amanheceu mais frio, e eu traduzi isso como uma tristeza chegada da Floresta, chegada do Brasil, chegada da Mãe Terra, que verdadeiramente não se importaria tanto pelas árvores nem por nada, pois ela é uma mãe forte e sabe que se regenera, sua dor, a dor da Mãe Terra é por nós, seus filhinhos cegos e perdidos, nós os humanos que destruímos toda a vida irmã à nossa volta, nós que queimamos o ar que respiramos... Nós, como crianças gigantes sem juízo, nós que brincamos a termos poder destruindo a vida... A Mãe Terra está triste, mas é por nós, seus filhos sem consciência, sem dor pela vida... Abraços fortes e ternos, Concha Rousia

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  15. Sabes, meu querido amigo, o Melra continua a cantar, e essa sua constância, esse ferver da vida nela é o que me dá forças para continuar nesta caminhada no limbo das construções humanas... tao afastadas do que somos, tao a deriva... Abraços com carinho ternura e Terra... Concha

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  16. Rosemildo Furtado, nobre pensador, com alma de poeta e coração de anjo, a mãe -terra , penso com você entende e vê os políticos honestos; os que escutam os apelos da vida. Esperemos o veto... E principalemte conctinuemos lutando pela vida com amor, dediacaçãoe esperança - sua presença aqui é alegria e paz.
    Abraços com carinho, Jorge bichuetti

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  17. Concha, o Melra canta... acolhedor , como se recebessa o novo dia com a esperança remoçada e desejando irradir aos que o ouvem coragem, valentia e serenidade. Não somos barco a deriva: seguimos com a arte, com a natureza e com os sonhos... A mãe-Terra reffuvenesce erefloresce, resiste e se reinventa: novos caminhos, novas lutas ; e ela a mãe acolhedora parindo caminhos e paisagens num viver de produzir no belo a esperança; na frutificação, a solidariedade e na semente...um sonho novo.
    Abraços com desejos de um lindo dia; carinho e ternura, Jorge bichuetti

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  18. Caetano Veloso - Terra


    Quando eu me encontrava preso

    Na cela de uma cadeia

    Foi que vi pela primeira vez

    As tais fotografias

    Em que apareces inteira

    Porém lá não estavas nua

    E sim coberta de nuvens...

    Terra! Terra!

    Por mais distante

    O errante navegante

    Quem jamais te esqueceria?...

    Ninguém supõe a morena

    Dentro da estrela azulada

    Na vertigem do cinema

    Mando um abraço prá ti

    Pequenina como se eu fosse

    O saudoso poeta

    E fosses a Paraíba...

    Terra! Terra!

    Por mais distante

    O errante navegante

    Quem jamais te esqueceria?...

    Eu estou apaixonado

    Por uma menina terra

    Signo de elemento terra

    Do mar se diz terra à vista

    Terra para o pé firmeza

    Terra para a mão carícia

    Outros astros lhe são guia...

    Terra! Terra!

    Por mais distante

    O errante navegante

    Quem jamais te esqueceria?...

    Eu sou um leão de fogo

    Sem ti me consumiria

    A mim mesmo eternamente

    E de nada valeria

    Acontecer de eu ser gente

    E gente é outra alegria

    Diferente das estrelas...

    Terra! Terra!

    Por mais distante

    O errante navegante

    Quem jamais te esqueceria?...

    De onde nem tempo, nem espaço

    Que a força mãe dê coragem

    Prá gente te dar carinho

    Durante toda a viagem

    Que realizas do nada

    Através do qual carregas

    O nome da tua carne...

    Terra! Terra!

    Por mais distante

    O errante navegante

    Quem jamais te esqueceria?

    Terra! Terra!

    Por mais distante

    O errante navegante

    Quem jamais te esqueceria?

    Terra! Terra!

    Por mais distante

    O errante navegante

    Quem jamais te esqueceria?...

    Na sacada dos sobrados

    Da velha são Salvador

    Há lembranças de donzelas

    Do tempo do Imperador

    Tudo, tudo na Bahia

    Faz a gente querer bem

    A Bahia tem um jeito...

    Terra! Terra!

    Por mais distante

    O errante navegante

    Quem jamais te esqueceria?

    Terra!

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  19. Clara, Caetano: foi de+. Uma das suas grandes canções. Belo! Abraços com carinho;
    jorge

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  20. Jorge, preocupante também a Emenda 164 — de autoria do deputado Paulo Piau, do PMDB, de Uberaba, votada e aprovada em plenário, que dá aos Estados e ao Distrito Federal, tirando a exclusividade da União, o poder de definir os critérios de utilidade pública, baixo impacto ou interesse social para a regularização, além de liberar plantações e pastos feitos até julho de 2008.
    A meu ver, estender esta competência aos Estados fomenta ainda mais a “Guerra Fiscal” entre eles, pois muitos de seus governantes são capazes de submeterem a qualquer imposição feita pelos grandes empresários para que suas empresas sejam implantadas em seus territórios, não importando com o bem social, mas sim com o que recebem em vantagem própria destes capitalistas e com a visibilidade que se quer passar aos seus eleitores não bem informados.
    Além disso, é bom lembrarmos que os órgãos públicos, responsáveis pela preservação do meio ambiente, não têm quantidade suficiente de pessoas, tão pouco qualificadas, para detectar as áreas que devem manter as reservas florestais, muito menos fiscalizar o cumprimento das normas estabelecidas.
    Já era uma lástima, imagine após a aprovação do código, caso não haja vetos.
    Com carinho admiração de sempre,
    Miriam Cunha

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  21. Miriam, sua análise é perfeita e justifica nossa grande preocupação... vivemos sob a marca das matas , agora, desprotegido... e na hora de protegê-las, o protegido foi o capital agrário. é trite e lamentável.
    Abraços com carinho, Jorge

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