TERNURA VITAL
Jorge Bichuetti
Com um terço de ternura,
voo... sou nuvens e estrelas.
o próprio céu azul...
Abrigo tuas lágrimas;
canto suavemente a
sinfonia do infinito
que acalanta os deuses
e nina os passarinhos,
tecendo no caminho
um aconchegante ninho,
um cais... um colo maternal,
a mão da amizade no floreio matinal
que dá força e vigor,
no frágil instante,
quando a vida assinala
a hora de recomeçar...
NO CHÃO, EU...
Jorge Bichuetti
No chão, eu
choro e rogo
alguma mão;
alguém que me
ame, sonhando
com o que serei,
erguido do chão
com novas forças
com novas flores
com novos sonhos
que só não consigo
ver, tecer e criar;
embora, os pressinta
na recordação suave
da vida que se refazia
quando era menino
e lutava, tendo por escudo
o colo da minha mãe...



Com ternura, li a sua poesia que tanto nos envolve espiritualmente.
ResponderExcluirUm abraço
oa.s
Emocionante!
ResponderExcluirAmigas, a poesia é um clamor pela ternura, como se quisesse ver a vida florida e cheia de passarins. araços, jorge
ResponderExcluirQue humanidade saiba ser escudo que tu ajudas a construir e te proteja sempre a ti e atua poesia, a ti e todos nós, beijos poeta querido, Concha
ResponderExcluirConcha, que nosso vício de poetizar os caminhos possam dar frutos com ventos de ternura no acalanto das lutas. abs ternos, jorge
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