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terça-feira, 4 de setembro de 2012

7 DE SETEMBRO - O GRITO DOS EXCLUÍDOS

 LOCAL - PRAÇA SANTA RITA, UBERABA, MG / BRASIL
8:00 - CONCENTRAÇÃO
9:00 - ATO PÚBLICO
11:00 - ATO ECUMÉNICO

         O GRITO DOS EXCLUÍDOS...

LUTE... PARTICIPE... DIVULGUE...

A EXCLUSÃO É O SUSTENTÁCULO DA TIRANIA...
A OMISSÃO, CUMPLICIDADE NA ANEMIA DE UM POVO QUE NÃO SABE O QUE PODE A CAMINHADA DE LUTA QUANDO O EU SE CALA PARA QUE  NA DIGNIDADE DA VIDA DE CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS GRITE UM NÓS...

"O SANGUE DA HUMANIDADE É SANGUE NOSSO" JUVENAL ARDUINI




sexta-feira, 3 de agosto de 2012

DA VIOLÊNCIA AO MENSALÃO: FOME DE VIVER

                       Jorge Bichuetti

Começa o mensalão: o julgamento pelo STJ... Jogo; cenas... Uma incógnita: jogo de cartas marcadas... ou... um processo de punição de alguns bodes expiatórios sem a necessária revisão das práticas políticas que ainda não se distanciaram do coronelismo arcaico nem das maquinações corruptas...
A democracia formal convive bem com o mando dos coronéis, e com os desmandos da corrupção...
Uma transformação radical - ética e popular - passa por enfrentar a reforma política... por gestar uma efetiva participação popular... e por um controle criativo e de fiscalização de um país que só superará os vícios da democracia burguesa, implantando eficientes mecanismos de autogestão.
Não se acaba com a tirania nem com a corrupção sem a implantação de mecanismos que transversalizem o poder.
                           ***
O cenário de crescente violência desnuda uma cruel realidade: vivemos um processo de conquistas  da cidadania que convivem com avanços dos microfascismos, da violência capilarizada e dos sutis mecanismos de exclusão... Repressão versus segurança cidadã é uma dicotomia que perpassa as diferentes linhas da vida social.
Cidadania plena exige polícia cidadã... E inclusão social com direitos humanos e direito à diferença...
A violência não é um elemento exógeno ao individualismo neoliberal, o compõe...
                          ***
Sem a ativação vitalizante dos movimentos sociais, a burocratização é força indomável numa sociedade... Fora do coletivismo, da ética da amizade, da alegria e da solidariedade... não se logra o poder das flores e dos sonhos em detrimento da tirania dos canhões...



PELA COMISSÃO DA VERDADE - ORGANIZANDO-SE EM NÚCLEOS E MOBILIZANDO A INTERVENÇAO DA SOCIEDADE CIVIL NO PROCESSO DE RESGATE DA NOSSA HISTÓRIA - MEMÓRIA, COMPROMISSO E JUSTIÇA...
NÃO À CONSTRUÇÃO DA USINA BELO MONTE...
PELA APROVAÇÃO DO PROJETO DE LEI QUE CRIMINALIZA A HOMOFOBIA...
PELAS REFORMAS POLÍTICA E FISCAL...
PELA CONSTRUÇÃO DE UM PROCESSO DEMOCRÁTICA DE BASE - AUTOGESTIVO...
ORÇAMENTO PARA SAÚDE E EDUCAÇÃO CONSTITUCIONAIS...
PELO FIM DA IMPUNIDADE...
PELA SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA...
PELA POLÍTICAS AFIRMATIVAS DE INCLUSÃO....
PELA VIDA E PELA LIBERDADE...


A VIDA VOA NAS ASAS DA LIBERDADE...



PASSEMOS!!!


terça-feira, 10 de julho de 2012

O QUE ESTAMOS FAZENDO DE NÓS - ESQUIZODRAMAS... IV CONGRESSO INT DE ESQUIZOANÁLISE E ESQUIZODRAMA

 Para captação de financiamento para a organização do IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE ESQUIZOANÁLISE E ESQUIZODRAMA, UBERABA, 25,26,27 E 28 DE OUTUBRO DE 2012, serão organizados atividades no dia 28 deste mês: ESQUIZODRAMA " O QUE ESTAMOS FAZENDO DE NÓS".
Um espaço de cuidar-se, reinventar-se e desbravar novos horizontes de vida...
 O Esquizodrama é uma oficina esquizoanalítica que agencia o novo, por isso, é denominado de Drama do Devir.
                                  ***
 Esquizodrama "O QUE ESTAMOS FAZENDO DE NÓS"
Data: 28/07/2012

Local: Fundação Gregório Baremblitt/Caps Maria Boneca, Rua Capitão Domingos, 418, Bairro Abadia. Uberaba / MG

Horário: 10:00 às 15:00

Valor: 60,00 (incluso café e almoço)

                                                **********



VIVER É A ARTE DE SE REINVENTAR, POTENCIALIZANDO SONHOS E ALEGRIAS...


sexta-feira, 22 de junho de 2012

UNIVERSIDADE POPULAR; LUTAS SOCIAIS E A MANIFESTAÇÃO PRECONCEITO ZERO...

                                   Jorge Bichuetti


UNIVERSIDADE POPULAR - Amigos, dia 14/07/2012, temos nosso encontro mensal da Universidade Popular Juvenal Arduini...
Na terça, 10/07/2012, às 19:00 o Grupo de Estudos sobre a obra de Juvenal Arduini... conversão e análise do capítulo Criticidade do livro Ousar... Após, o estudo a discussão sobre dependência química...
No sábado, cursos, oficinas, e atividades de arte e cidadania....
Construir a Universidade Popular é gerar germinativo um território de liberdade e ternura, solidariedade e compaixão... Educação dialogal e criticidade inventiva... Caminhada partilhada na alegria de superar o tecnicismo e o individualismo, para repensar o mundo e nossas vidas, nas afetações da vida que inventa na e pela inclusão social. Voo no amor fertilizante e revitalizador dos que no novo buscam um tempo de delicadeza...


07/07/2012 - Em BH, na praça da estação... a luta social por preconceito zero. Participe: diga não aos microfascismos... Diga não à exclusão...
Preconceito zero é vida na alegria do direito à diferença; no respeito incondicional aos direitos humanos... é amor includente... "relva que medra entre as pedras do caminho"
Convocação da Fundação Gregorio F. Baremblitt de Mg e de diversas ONG's...
A vida voa nas asas da liberdade...



PRECONCEITO ZERO...

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O POVO EXIGE DA RIO+20 - AÇÃO, SUSTENTABILIDADE NA VIDA E NO HORIZONTE DO NOSSO AMANHÃ.

O contraponto está nas ruas 

                Notícia - 20 - jun - 2012

Em protesto à inércia do evento oficial da Rio+20, Greenpeace se une à Marcha dos Povos para pedir o verdadeiro futuro que queremos

 
Marcha dos Povos reúne 50 mil pessoas no centro do Rio. Kumi Naidoo, diretor-executivo do Greenpeace Internacional tambeem foi às ruas. (©Greenpeace/Rodrigo Paiva)
Nesta quarta-feira, enquanto os líderes mundiais começaram a se reunir no distante Rio Centro, zona oeste do Rio de Janeiro, para as negociações oficiais da Rio +20, milhares de representantes da sociedade civil tomaram as ruas do centro da cidade. Movimentos sociais, ambientais, indígenas e de várias outras correntes se reuniram em passeata para gritar que o que está sendo discutido nas reuniões fechadas estão muito longe da vontade do povo. E muito aquém do que o planeta precisa. O Greenpeace também estava lá.
“Esta marcha é um contraponto ao que está acontecendo nos corredores oficiais. Os resultados que estão saindo dali só confirmam que a sociedade civil precisa fazer uma grande mobilização”, diz Pedro Torres, coordenador da campanha de Clima e Energia do Greenpeace. “Não dá mais para os grandes líderes ignorarem o povo. Vamos fazer barulho e eles terão que ouvir nossas demandas. Queremos respostas concretas.”
Leia mais:
  • Posição do Greenpeace sobre o estado das negociações da Rio+20
  • “Marãiwatsédé é dos Xavante!”
  • Desmatamento Zero chega à Rio+20
  • Horizonte Renovável no Rio de Janeiro
Cerca de 100 pessoas, entre voluntários, funcionários e simpatizantes do Greenpeace se misturaram com outras organizações para pedir o verdedeiro futuro que queremos. Na véspera da Marcha, o sul-africano Kumi Naidoo – diretor-executivo do Greenpeace Internacional e que também participou da passeata –  já havia criticado as negociações entre os países.
“A Rio+20 se transformou em um fracasso épico. A conferência falhou em termos de equidade, de ecologia e de economia. Prometeram-nos 'o futuro que queremos', mas agora seremos unicamente uma máquina poluidora que vai cozinhar o planeta, esvaziar os oceanos e destruir as florestas tropicais”, declarou.

FONTE: GREENPEACE - BRASIL / INTERNET



na luta por sustentabilidade; ecologia é inclusão e reforma agrária;
sustentabilidade é erradicação imediata da pobreza;
ecologia é diversidade e vida na alegria da justiça social...

desmatamento zero...


quarta-feira, 20 de junho de 2012

PRECONCEITO ZERO...INCLUÇÃO SOCIAL É A POTÊNCIA DO AMOR SEM FRONTEIRAS...

                              Jorge Bichuetti


... é moda falar em bullyng; contudo, o bullyng é um modernismo para suavizar na psicopatologia os crimes sociais que cometemos nos processos de exclusão, marginalização e descriminação... Preconceito é crime de ódio; desamor institucionalizado; negação cruel e nefasta da vida.
O preconceito segrega, violenta, danifica...cria sub-humanidades artificiais que expressam a nossa (des)umanidade.
... é violência... violação dos direitos humanos....
... é negação da diversidade; é negação do direito à diferença.
... é microfascismo; normatização excludente e verticalizante.
... é a supressão da riqueza da vida que floresce como singularidade e multiplicidade...
Forma uma elite cinzenta, robotizada, uniformizada...
A vida é compromisso e ética de todos...
Não lutar contra o preconceito é apoiá-lo na omissão cúmplice.
Lutemos: PRECONCEITO ZERO...


NO PRIMEIRO SÁBADO DE AGOSTO, 07/08/2012, NA PRAÇA DA ESTAÇÃO EM BELO HORIZONTE... A VIDA ALI ESTARÁ... DIZENDO NÃO AO FASCISMO; EXIGINDO PRECONCEITO ZERO... VIDA E LIBERDADE, JUSTIÇA SOCIAL E CAMINHADA DE PARTILHA....


O EVENTO ESTA SENDO ORGANIZADO PELA FUNDAÇÃO GREGORIO F BAREMBLIT, JUNTO COM DIVERSAS ONG's...


PARTICIPE... DIVULGUE... ORGANIZE NA SUA CIDADE...
VIVER É LUTAR; POIS SÓ A MORTE CONVIVE SILENCIOSA COM A INDIGNIDADE... SÓ A COVARDIA NOS SILENCIA DIANTE DA DA INDIGNAÇÃO...


PRECONCEITO ZERO...
DIREITOS HUMANOS E DIREITO À DIFERENÇA...
A VIDA VOA NAS ASAS DA LIBERDADE...


segunda-feira, 18 de junho de 2012

IV CONGRESSO DE ESQUIZOANÁLISE E ESQUIZODRAMA; UBERABA - NOS VOOS DO DEVIR...

Queridos Amigos e Amigas:

Os convocamos a participar do IV Congresso a ser realizado em Uberaba entre os dias 25 a 28 de outubro de 2012.
Já temos transitado três Congressos que foram atravessados e habitados de modo potente, terno, solidário e consistente por 1500 pessoas provenientes de vários pontos do Brasil, Uruguai, Argentina e Portugal.
Os intercâmbios políticos-acadêmico, sustentados com rigor conceitual em tanto decantado de práticas rebeldes e insurgentes, foram traçando as cartografias dos encontros e interações a través dos que foram se gestando redes de práxis e dispositivos de enunciação coletivos.
Perante os isolamentos e as dissociações entre saberes, discursos, sentires e práticas a potencia dos encontros, criados nos acolhimentos, ternuras e cuidados entre companheiras e companheiros, foi relançando a natalidade produtiva das lógicas coletivas.
A construção de multiplicidade de tempos e espaços de trocas, debates, conferências, oficinas, convivências, mesas redondas, rodas de conversação, sobre nossas inserções diversas nos horizontes da invenção de vidas não alienadas, nem submetidas as opressões e docilidades adaptacionistas, pariram os movimentos de dilucidação do que nos implica nas cotidianidades inquietas: a reforma psiquiátrica, a relevância dos movimentos populares, as lutas necessárias das chamadas “minorias”, a saúde coletiva, os equipamentos de formação acadêmica, a transdisciplina, as estéticas da emancipação e a estética da dominação, as comunicações libertarias e os monopólios dos meios massivos de comunicação, as micropolíticas das resistências.....
Afirmamos-nos como coletivo que se recusa a reduzir as dimensões dos sofrimentos aos planos individuais de existência. Compreendemos a dimensão sócio histórica, política e econômica em tanto fatores determinantes dos padecimentos muitas vezes silenciados nos conhecimentos e intervenções disseminados nas nossas vidas como trabalhadores da Saúde e Militantes Sociais. Não se trata de negar as individuações nem as efetuações dos mal-estares nessa instancia, antes bem compreender entre os “entrenós” as múltiplas determinações e a pluralidade fenomênica que intervém nos interjogos entre as quietudes das Subjetividades homogenizadas e os processos/movimentos de Subjetivação.     
Tanto como parir os lugares de crítica e elucidação sobre os modos de fatalização coletiva: as repressões, as explorações, as dominações, as exclusões, as violências, a fome, a guerra, a estigmatização, tanto como de criação dos agenciamentos que nos possibilitem o devir das paixões alegres que emergem nas lutas pela dignidade, liberdade e afirmação das vidas de todas e todos.  

Paras mais informações consultar nossa página web WWW.fgbbh.org.br  na qual se encontraram as informações sobre nosso IV Congresso
Temáticas propostas para trabalhar os eixos do Evento:
a)      Inclusão Social: reinventando vidas potentes
b)      Exclusão e microfascismo: Sociedade mundial de controle
c)      Direitos Humanos, Saúde mental e Saúde Coletiva: lutas pela igualdade e a dignidade coletiva.
d)     Micropliticas da resistência: das alienações as práticas libertarias
e)      Movimentos sociais: nos agenciamentos das utopias ativas do socialismo.
f)       Das clínicas da submissão as Klínicas das subjetivações insurgentes
g)      Arte e devir: nomadopraxis e paradigma estético
h)      Reforma psiquiátrica e klínica da psicose: tecendo acolhimento das multiplicidades. A primavera das diferenças.
i)        Luta antimanicomial: quietudes e inquietudes
j)        A solidão e a geografia do amor na contemporaneidade
k)      Dependência química: dos neo-higenismos as klínicas da alegria e a produção de cidadania.
l)        Crianças e Adolescentes: cartografias, dispositivos e intervenções
m)    Grupos e instituições: reprodução de subjetividade e processos de subjetivação.   


Coletivo Organizador do IV Congresso Internacional de Esquizoanálise e Esquizodrama



quarta-feira, 13 de junho de 2012

IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE ESQUIZOANÁLISE E ESQUIZODRAMA


Queridos Amigos e Amigas:

Os convocamos a participar do IV Congresso a ser realizado em Uberaba entre os dias 25 a 28 de outubro de 2012.
Já temos transitado três Congressos que foram atravessados e habitados de modo potente, terno, solidário e consistente por 1500 pessoas provenientes de vários pontos do Brasil, Uruguai, Argentina e Portugal.
Os intercâmbios políticos-acadêmico, sustentados com rigor conceitual em tanto decantado de práticas rebeldes e insurgentes, foram traçando as cartografias dos encontros e interações a través dos que foram se gestando redes de práxis e dispositivos de enunciação coletivos.
Perante os isolamentos e as dissociações entre saberes, discursos, sentires e práticas a potencia dos encontros, criados nos acolhimentos, ternuras e cuidados entre companheiras e companheiros, foi relançando a natalidade produtiva das lógicas coletivas.
A construção de multiplicidade de tempos e espaços de trocas, debates, conferências, oficinas, convivências, mesas redondas, rodas de conversação, sobre nossas inserções diversas nos horizontes da invenção de vidas não alienadas, nem submetidas as opressões e docilidades adaptacionistas, pariram os movimentos de dilucidação do que nos implica nas cotidianidades inquietas: a reforma psiquiátrica, a relevância dos movimentos populares, as lutas necessárias das chamadas “minorias”, a saúde coletiva, os equipamentos de formação acadêmica, a transdisciplina, as estéticas da emancipação e a estética da dominação, as comunicações libertarias e os monopólios dos meios massivos de comunicação, as micropolíticas das resistências.....
Afirmamos-nos como coletivo que se recusa a reduzir as dimensões dos sofrimentos aos planos individuais de existência. Compreendemos a dimensão sócio histórica, política e econômica em tanto fatores determinantes dos padecimentos muitas vezes silenciados nos conhecimentos e intervenções disseminados nas nossas vidas como trabalhadores da Saúde e Militantes Sociais. Não se trata de negar as individuações nem as efetuações dos mal-estares nessa instancia, antes bem compreender entre os “entrenós” as múltiplas determinações e a pluralidade fenomênica que intervém nos interjogos entre as quietudes das Subjetividades homogenizadas e os processos/movimentos de Subjetivação.     
Tanto como parir os lugares de crítica e elucidação sobre os modos de fatalização coletiva: as repressões, as explorações, as dominações, as exclusões, as violências, a fome, a guerra, a estigmatização, tanto como de criação dos agenciamentos que nos possibilitem o devir das paixões alegres que emergem nas lutas pela dignidade, liberdade e afirmação das vidas de todas e todos.  

Paras mais informações consultar nossa página web WWW.fgbbh.org.br  na qual se encontraram as informações sobre nosso IV Congresso
Temáticas propostas para trabalhar os eixos do Evento:
a)      Inclusão Social: reinventando vidas potentes
b)      Exclusão e microfascismo: Sociedade mundial de controle
c)      Direitos Humanos, Saúde mental e Saúde Coletiva: lutas pela igualdade e a dignidade coletiva.
d)     Micropliticas da resistência: das alienações as práticas libertarias
e)      Movimentos sociais: nos agenciamentos das utopias ativas do socialismo.
f)       Das clínicas da submissão as Klínicas das subjetivações insurgentes
g)      Arte e devir: nomadopraxis e paradigma estético
h)      Reforma psiquiátrica e klínica da psicose: tecendo acolhimento das multiplicidades. A primavera das diferenças.
i)        Luta antimanicomial: quietudes e inquietudes
j)        A solidão e a geografia do amor na contemporaneidade
k)      Dependência química: dos neo-higenismos as klínicas da alegria e a produção de cidadania.
l)        Crianças e Adolescentes: cartografias, dispositivos e intervenções
m)    Grupos e instituições: reprodução de subjetividade e processos de subjetivação.   


Coletivo Organizador do IV Congresso Internacional de Esquizoanálise e Esquizodrama



quinta-feira, 7 de junho de 2012

IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE ESQUIZOANÁLISE E ESQUIZODRAMA


Queridos Amigos e Amigas:

Os convocamos a participar do IV Congresso a ser realizado em Uberaba entre os dias 25 a 28 de outubro de 2012.
Já temos transitado três Congressos que foram atravessados e habitados de modo potente, terno, solidário e consistente por 1500 pessoas provenientes de vários pontos do Brasil, Uruguai, Argentina e Portugal.
Os intercâmbios políticos-acadêmico, sustentados com rigor conceitual em tanto decantado de práticas rebeldes e insurgentes, foram traçando as cartografias dos encontros e interações a través dos que foram se gestando redes de práxis e dispositivos de enunciação coletivos.
Perante os isolamentos e as dissociações entre saberes, discursos, sentires e práticas a potencia dos encontros, criados nos acolhimentos, ternuras e cuidados entre companheiras e companheiros, foi relançando a natalidade produtiva das lógicas coletivas.
A construção de multiplicidade de tempos e espaços de trocas, debates, conferências, oficinas, convivências, mesas redondas, rodas de conversação, sobre nossas inserções diversas nos horizontes da invenção de vidas não alienadas, nem submetidas as opressões e docilidades adaptacionistas, pariram os movimentos de dilucidação do que nos implica nas cotidianidades inquietas: a reforma psiquiátrica, a relevância dos movimentos populares, as lutas necessárias das chamadas “minorias”, a saúde coletiva, os equipamentos de formação acadêmica, a transdisciplina, as estéticas da emancipação e a estética da dominação, as comunicações libertarias e os monopólios dos meios massivos de comunicação, as micropolíticas das resistências.....
Afirmamos-nos como coletivo que se recusa a reduzir as dimensões dos sofrimentos aos planos individuais de existência. Compreendemos a dimensão sócio histórica, política e econômica em tanto fatores determinantes dos padecimentos muitas vezes silenciados nos conhecimentos e intervenções disseminados nas nossas vidas como trabalhadores da Saúde e Militantes Sociais. Não se trata de negar as individuações nem as efetuações dos mal-estares nessa instancia, antes bem compreender entre os “entrenós” as múltiplas determinações e a pluralidade fenomênica que intervém nos interjogos entre as quietudes das Subjetividades homogenizadas e os processos/movimentos de Subjetivação.     
Tanto como parir os lugares de crítica e elucidação sobre os modos de fatalização coletiva: as repressões, as explorações, as dominações, as exclusões, as violências, a fome, a guerra, a estigmatização, tanto como de criação dos agenciamentos que nos possibilitem o devir das paixões alegres que emergem nas lutas pela dignidade, liberdade e afirmação das vidas de todas e todos.  

Paras mais informações consultar nossa página web WWW.fgbbh.org.br  na qual se encontraram as informações sobre nosso IV Congresso
Temáticas propostas para trabalhar os eixos do Evento:
a)      Inclusão Social: reinventando vidas potentes
b)      Exclusão e microfascismo: Sociedade mundial de controle
c)      Direitos Humanos, Saúde mental e Saúde Coletiva: lutas pela igualdade e a dignidade coletiva.
d)     Micropliticas da resistência: das alienações as práticas libertarias
e)      Movimentos sociais: nos agenciamentos das utopias ativas do socialismo.
f)       Das clínicas da submissão as Klínicas das subjetivações insurgentes
g)      Arte e devir: nomadopraxis e paradigma estético
h)      Reforma psiquiátrica e klínica da psicose: tecendo acolhimento das multiplicidades. A primavera das diferenças.
i)        Luta antimanicomial: quietudes e inquietudes
j)        A solidão e a geografia do amor na contemporaneidade
k)      Dependência química: dos neo-higenismos as klínicas da alegria e a produção de cidadania.
l)        Crianças e Adolescentes: cartografias, dispositivos e intervenções
m)    Grupos e instituições: reprodução de subjetividade e processos de subjetivação.   


Coletivo Organizador do IV Congresso Internacional de Esquizoanálise e Esquizodrama