DIGA AO VENTO
Fernando Campanella
se abro minhas cartas
como nervuras ao tempo
não se engane que sou frágil
ou transpareço
- vão meus comboios ao relento
eu retardo
há em mim silêncios de esfinge
sou o cristal que me guardo
do blog: palavreares
Nenhum comentário:
Postar um comentário