Mostrando postagens com marcador esquizodramas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador esquizodramas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de maio de 2011

VIDA. ALTERNATIVAS DA VIDA, VIDAS: EPÍSTOLA DA UTOPIA ATIVA AOS COMPANHEIR@S DA CENTRAL DOS MOVIMENTOS POPULARES...

                                                                                Jorge Bichuetti

Companhir@s, 
minha ternura eterna
 e meu carinho sem fim;
lhes escrevo, respondendo conversações do domingo... A vida é partilha e sonho, caminhada... e caminharei com a luta popular até o meu múltimo suspiro.
A vida alvorece, diariamente; na escuridão da noite na espera do sol temos o luar e se o luar é turvado por nuvens inesperadas, podemos acender um vela...
A Central dos Movimentos Populares ( CPM ) é a força da caminhada do povo que vê no horizonte a suavidade do alvorecer, um novo tempo, tempo de amor e inclusão social, um tempo de superação do individualismo e da violência que marca a vida e os corpos dos vão, seguem ainda ansiosos de libertação.
Nas conversações de domingo, disse e digo: estou onde o povo está... Precisando irei aquie acolá...
Falamos do Cocinando Política de Hebe de Bonafini.... Um trabalho que reune vida e alegria, conscientização num clima de festa, como se todo dia fosse São João.
Cozinda política nasceu do nada: sentinha o desejoe sonho de aprender política. Mas doonas de casa, dadas ao lar, sabiam que não lucrariam muito numa sala de aula ou num complexo liovro.
Criram, então, o cozindo política...
Como sempre fazem, ousaram... Nada tinham... Cada um levou algo que sobrava... colher, panela, faca... um fogareiro...
E a ideia era cozinhar, conversando... Conversando sobre política.
Um prato, um conversa... Viram tanto, compreenderam o mundo
Alguns companheiros, temerosos do fracasso no fogão, liam textos... E todos conversam, discutiam...
Uma obra das Mães: das mães da praça de maio... Elas que perderam seus filhos , roubados na escuridão da noite pela vielza e covardia da repressão, da ditadura militar, um governo fraticida...
Conversam e cozinhavam: a substituição do venda da esquina, pessoal, onde eram conhecidas e reconhecidas, pelos anônimos supermercados...
Cozinhavam e partilhavam a comida...
O pão se multiplicava e a vida sorria... felicidade tresloucada da companhia que fazia a dor insuportável uma dor menos doída: aprenderam a lutar...
Assim, nasceu e permace o Cozindo Política...
                                                    ***
Aqui, talvez, pudesse agregar novas ideias:
- um núcleo de economia solidária com pratos e quitutes para serem comercializados e gerarem sobrevivência;
- um curso de culinária profionalizante que desse capacitação para o mercado com suas restrições vencidas pela força do popular que sabe ser valentia...
No nosso Brasil tupiniquim, talvez, fosse oportuno trocar, ou melhor combinar o política com canções, poesias, histórias de roda, vida de alegria...
                                                    ***
A Luinha, que está comigo, relembra pratos inesquecíveis...
A boca é grande, o estômago vazio: é assim a vida...
                                                     ***
Me coloco à disposição para conversar e construir...
Termino minha sigea carta, dizendo como é bom e quão menos solitária é vida,
estando juntos...
                                                     ***
Abraços ternos com o carinho imenso...
O restante falo , pessoalmente...
Se necetarem  de mim, esrou com vocês na mesma caminhado;
Com ternura... jorge do blog utopia ativa e da universidade popular,;eu-povo, nós, humanidade...

                                   Carinhosamente, Jorge  

quinta-feira, 7 de abril de 2011

EDUCAÇÃO E ESQUIZODRAMA: EXERCÍCIOS DE PEDAGOGIA KLÍNICA...

                                                               Jorge Bichuetti

Esquizodrama - darma do devir; laboratório de experimentações desterritorializadas e reterritorializantes, montados com uma caixa-de ferramentas, que pela vivência teatral, não-representativoa propicia mudanças: raspagens do instiuído e devires...
Pedagogia clínica: a educação em movimento... O uso do esquizodrama como ferramenta de um trabalho pedagógico... Criticidade e criatividade, diálogo e escuta, experimentações e produções dadas pelo" o que pode u corpo"... Trabalhos e produções de Gregorio Baremblitt e Margarete Amorin...

EXERCÍCIOS KLÍNICOS:

1. BRICOLAGEM...
... UM EXERCÍCIO SINGELO, PORÉM, FERTILÍSSIMO.

1. Um tema: por exemplo. - psicose
2. pede-se que pensando nas afetações corporais que ressoa, não em teorias, que as pessoas tragam, busquem no espaço, tres obejtos... do lixo, da natureza, do que encontrarem: lixo, natureza, papéis, restos... O espaço pode ser o entorno de onde se está trabalhando ou só a sala, com objetos que tenham ali, incluvise os pessoais...
3. Feitura de uma estátua africana, uma bricolagem: delimita-se um espaço no chãoe vão se misturandoe conectando os objetos, criando uma paisagem, um mesclado e uma obra coletiva...
4. A bricolagem é vista...
- pergunta-se: eis aí a psicose, o que vemos? que é e como funciona a psicose no vistoe sentido pela nossa interação com a estátua...
Vou surgindo o já escritoe o coordenador pontua...
e emerge novas visões...
4. pede-se que identifiquem o que dor e o que potência...
5. realiza-se um rearranjo da estátua, cuidando... Anulando , acolhendoe desmontando a dor e potencializando, dando vidae estética as potências... Tudo sem poder subtrair objetos..
6. identifica-se as linhas de fuga na estátua...
7. Diálogo de sistematização...

2. CRIAÇÕES SURREAIS...
     O NOVO NO LÚDICO...

.1. Previamente são eescolhidos um número de: grupo a. coisas da natureza( cachoeira, flores, bicho, roça etc); b. coisas da cultura ( fogão de lenha, chimarão, café, comidas, forró etc); c.. poesias; d. canções e e. conceitos ( linha de fuga, atravessamento, agenciamento, bifurcação etc)...
2. Cada grupo de trabalho escolherá, às cegas, aleatoriamente, um elemento de cada composto acima... sem ver... na sorte...
3. Assim, cada grupo de trabalhará terá cinco ferramentas...
4. Pede-se , então, que invente com aqueles elementos, inspirados e usando-os, uma ação, segundo o objetivo daquela aula: uma prática clínica, uma prática social, uma prática pedagógica, uma intervenção familiar, um inteervenção performática na rua....
5. dialoga-se e mo diálogo busca-se o novoe como trazer este novo para nosso cotidiano de trabalhador e nosso dia-adia de homens que experenciam a própria vida...

Eis exemplos de uma pedagogia que explora a potência criativa do que pode um corpo...
Um chamado para aprender, criando... Uma possibilidade de aprender, brincando... Uma provocação para aprender, ensinando...















DIA 9 DE ABRIL, SÁBADO, ÀS 13 HS: ATIVIDADES ABERTAS DA UNIVERSIDADE POPULAR JUVENAL ARDUINI... NÃO DEIXE DE VIR - UM APRENDER QUE SE DÁ NA CAMINHADA, UM NOVO JEITO DE VIVER E TRABALHAR COM ALEGRIA, TERNURA E SOLIDARIEDADE...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

ESQUIZODRAMA: OFICINA DOS SENTIDOS

                                                      Jorge Bichuetti

A esquizoanálise é um campo de produção de vida, vida libertária; de afirmação da diferença e da singularidade, dos devires e vida rizomática que se dá pela atualização, no socius, nos coletivos e nas subjetividades livres, das multiplicidades inerentes à vida que se veem suprimidas pela normatização uniforme e nuitária.
O esquizodrama, drama do devir, uma instrumentalização do pensamento e modo ser e existir da esquizoanálise que nele se realiza como um laboratório de experimentações.
Estas  experimentações efetuam as tarefas exquizoanalíticas: raspagem do ego, do instituido, dos bloquieos e complexos, das normas e controles; e agenciamento das potências do devir, da diferença, das multiplicidades e dos acontecimentos.
Nosso corpo é um corpo quadriculado: inibido, cerceado, normatizado.
Liberá-lo destas travas e asilá-lo para que seja um território potente de afirmação da vida.
Um dos quadriculamentos notáveis é o monopólio do pensamento lógico em detrimento do sensível, do experimental, do intuitivo, das paixões e da imaginação criativa.
Também, ou melhor, concomitante funcional, dá-se a hegemonia do visual com significativas deficiências no desenvolvimento de outros sentidos.
Eis a paisagem que enraiza a oficina de sentidos.
Ela pode se realizar num coletivo ou entre um casal.
- Objetivo: exploração experimental dos sentidos.

Passo 1. Ambiente aconchegante,. Tapete, velas, música suave.
              Venda-se os olhos com um lenço preto.
Passo 2. Olfato. Vários cheiros são usados para sensibilizar e pessoa tenta descobrir.
                          Não é um jogo..
Usa-se: rapé, café, canela,perfume, essências, ervas aromáticas( funcho, arruda, alecrim), flores etc...
Passo 3.Tato: Ativa-se o tato com elementos diversos e distintos na textura e afetação.
Usa-se plumas, penas, algodão, lixas
Passo 4. Gustativo. Vários sabores: ácidos, salgados, doces, acres...
Usa-se morango, uva, mel, champanhe, sal, limão, pimenta etc
Passo 5. Audição. Sons variados.
              Um violino, um rock pauleira, um tambor, um assobio, cantos de pássaros, tenores e sopranos etc

Termina-se com uma dança, após todos terem vivenciados a experimentação dos sentidos com os olhos vendados.
                                         ***
Plenifica o corpo, desdiagrama o corpo quadriculado, libera os sentidos inibidos: potencializa a vida e a capacidade de amar.












segunda-feira, 8 de março de 2010

ESQUIZODRAMA: O QUE PODE UM CORPO...

      ESQUIZODRAMA " DA FRAGILIDADE A POTÊNCIA" - O QUE PODE UM CORPO
                   JORGE BICHUETI E MARIA DE FÁTIMA OLIVEIRA



Normalmente, usamos nossa partes fortes e nunca pensamos na potência existente em nossas fragilidades; assim, conquistamos o óbvio, nunca o inusitado...
Este esquizodrama objetiva inventar potência, máquina de produzir vida e alegria, das nossas próprias debilidades...
Vejamos:
1. Aquecimento: massagem corporal-carinhosa, conhecimento do próprio corpo e do corpo do outro...
                          alongamentos e respiração entonada...
                         dança dos bhos e bolo humano...
2. Movimento 1. giros - performaces - congelamento- com pesquisa de onde está nosso ponto débil, doloroso, frágil...
3. Movimento 2. Montagens de máquinas em grupo por conexão de pontos de fragilidade.
4. Movimento 3. performaces initerruptas dos grupos, com ações:
                          - de amor,
                          - de trabalho,
                          - de ocupação de espaço,
                           - de máquina estética,
                           - de potência guerreira...
5. Movimento 5. Conexão de todos unuma única máquina e desenvolvimento de ações, bailados, sons, performaces...
6. Fechamento: Roda. Relaxamento / trocas / meditação ou mãndala coletivo
 

quinta-feira, 4 de março de 2010

ESQUIZODRAMA DO TEMPO

ESQUIZODRAMA DO TEMPO: O TEMPO KAIRÓS, O TEMPO DO ACONTECIMENTO
JORGE BICHUETTI

Entre o cronos e o aion, o tempo kairós, tempo indígena. Tempo do acontecimento.
Deleuze estudando o tempo em " Proust e seus signos" o caracterizou   em tempo renovável, recuperável e tempo perdido, não, renovável, irrecuperável.
 o tempo perdido é o das paixões e das sensações, e o recuperável, é o artísitico e o das percepções.
Haroldo Capitanini em sua tese " Vozes do Tempo em Octavio Paz" identifica o tempo Kairós na poesia.
Destas reflexões nasceu este esquizodrma : esquizodrama do tempo kairós...

 1. Aquecimento: música desterritorializante com percursão forte, clima surreal( velas, faixes de lazer, fumaça, panos, odores etc), dança performática - lentificada e veloz, alternanadamente...

2. Desenvolvimento:
- Sorteia-se aleatoriamente três poesias para cada grupo.
( num jogo - poesias de octavio paz; noutro, poesias em português, e no restante, em espanhol).
- Grupo debate suas afetações
- Monta-se uma poesia coletiva no grupo
- Cria-se uma cena
- Cada grupo encena, e a cena é intensificad ao máximo
- Compedaços das poesias e cenas grupais e montada uma do coletivo total.

3. Discute-se as ressonâncias

4. Fechamento: o grupo expontaneamente desenvolve uma dança e uma performace para além do tempo.

AVISO: CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM UBERABA!...


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

ESQUIZODRAMAS NA PESQUISA

O USO DO ESQUIZODRAMA NA PESQUISA
                                jorge bichuetti

                                                           

                                                       Esquizodrama na pesquisa

                                                                  

Exercícios Klínicos

Exercício 1. O método em Deleuze- episteme. Deleuzear
A pedagogia Klínica (invento de Margarete Amorin e Gregório Baremblitt) é a esquizoanálise na educação, onde a criatividade inventiva emerge quando se libera o corporal-o afetivo- e- o experencial no ato de aprender, que deixa de ser copiar para ser com apreender na intensidade do que pode um corpo, na vitalidade das paixões alegres e do devir criança e nos agenciamentos da própria. Potência criativa da vida.
O primeiro exercício foi extremamente singelo e provocante.
Dá leitura de ``Carta à um crítico severo'' que se deu ao som de Sangue Latino (Secos e Molhados), Gente Humilde (Bethânia) e Minha Jangada (Dorival Caymi), pequenos grupos buscaram se afetarem e foram provocados a inventar pelo método da dramatização o que seria, então, o jeito de pensar deleuzeano.
Vale ressaltar que a dramatização para Deleuze não é um faz de conta, tem a ver com experimetações intensivas, viscerais.
Cada grupo teve um campo de aplicação do texto-afecto-dramatização.
Um jeito de pensar deleuzeano:
A. Numa investigação sobre o outro
B. Numa investigação sobre si mesmo
C. Analisando um fato
D. Compondo um fato
E. Numa colagem artística
F. Como um jeito de viver
Os grupos apresentaram e após observando ressonâncias, afectos e perceptos debateram sobre o jeito de pensar deleuzeano.
Concatenando, através do e, e,...e e; um conjunto de conclusões, uma episteme performática e afetiva; um lugar para Deleuze - homem de amizade; que se singulariza, destroçando o próprio ego; alguém que pela multiplicitação retira a vida dos trilhos (certo/errado; verdade/mentira; bem/mal) e a descobre rizoma, ora percebendo as n multiplicidades ora ressoando multiplicidades, ou seja, a um só tempo, ele fabrica rizomas; desvenda rizomas e cria conexões rizomáticas

Exercício   2. O fazer esquizoanalítico
Extrair da teoria um que fazer nem sempre é simples. Complicamos muito. Enovelamos conceitos e somos por eles enovelados.

Neste momento, pudemos utilizar um esquizodrama. Objeto direto. Clarear no corpo e na inventividade dos corpos uma aproximação com a praxis.
Secundarizamos a questão sobre o que é, e tateamos no terreno de como funciona.
Inspiração: o Antiédipo...
Qualquer fazer que se dê à moda dos bárbaros, da criança, do artista e do louco.
O Esquizodrama (invento de Baremblitt), foi aqui montado e com um uso, dentro da pedagogia klínica, e foi igualmente uma proposta de produzir, inspirados em Deleuze, mais do que memorizar o dito, provocação criativa.
O tema - os dias de hoje, limites e potências: o que fazer?
Inicialmente, o aquecimento. Ao som de ``O que será?'' - uma performace coletiva com uma multiplicidade: sons, mímicas e posturas. Bailou-se, jogou-se, treslocou-se... Aquecimento de 15'. Desterritorializante. Alisamento do estriato. Grupo intensificado; pronto para as ``descobertas'' experenciais.
Os grupos cada qual dramatizou uma faceta do cotidiano atual: as dores, os temores, os sonhos, os louvores...
As cenas dramatizadas foram intensificadas ao máximo.
Posteriormente, a partir das ressonâncias foram elas multiplicadas como:
o ritual bárbaro
o jogo infantil
o obra de arte
o delírio
O grupo, então, investigou nestas montagens as ``linhas de fuga'' e ``as linhas endurecidas-emparedadas-bloqueadas e desvitalizadas'' presentes no cotidiano investigada no trabalho desenvolvido.
Dialogou-se; trocou-se. Por colagem fez-se um retrato dinâmico dos dias de hoje.
O fechamento se deu com a montagem de uma estátua onde cada um moldava a partir do como se encontrava afetivamente ali, no momento; e dando movimento a estátua ela explorou limites e possibilidades; e, então, desfez-se ao som de ``Abre alas''. A conversa final procurou costurar o experimento focando as paisagens do cotidiano e seus movimentos, principalmente, linhas de reivenção da vida.

Exercício   3. Cartografia do amor

Aquecimento - Flores, velas, cantos, Dança da Mamãe Oxum
Paisagem 1. A ilha das poesias.
Paisagem 2. Enseadas de Flashs/fotos e imagens.
Paisagem 3. Redemoinhos musicais.
Paisagem 4. Conchas, corais do mar das lembranças.
Paisagem 5. Histórias que o barco contou.
Paisagem 6. O vento norte de um amor-acontecimento.
Paisagem 7. Miragens-Sonhos de uma noite de verão, de amor...
Paisagem 8. Revoada de pássaros/lendas de amor.
GT - afetos/ressonâncias, linhas...
Relatório - Cenas, Trocas e escritos

Exercício 4. A solidão pós-moderna
Aquecimento. Andar com solilóquios, entrando no redemoinho, bailado.

Gromolô e canoagem.
1. Cenas - mudas: solidão...
- No Mundo do trabalho
- No lar
- Na rua
- No Hospital
2. Multiplicidade/Tempestade mental - dando voz aos solitários
- o que o outro anda `` fazendo'' na hora da minha solidão
3.  Multiplicidade 2 / Tempestade mental - dando vos aos outros
-  dizendo da razão de não estar o só
4. Cenas = o que falta na vida para que as pessoas conectem-se entre si
5. Estátua - Corpos solitários
 Conexão, gerando doos corpos solitários:
Estátua Devir Solidariedade
Som: Se esta rua...
No Final, Relatos/Trocas/Relatório: enfim, um produto de uma investigação esquizodramática.

Exercício 5. O esquizodrama num processo de pesquisa
Aquecimento - alongamentos, ritual tribal, bichos hiperventilando.

1. O Objeto : escolha de um tema ...
1.1 Os Latinoamericanos na encruzilhada. Devir ou Rostidade.
1.2.A Noite e seus encantos. Território de devires, redemoinhos de buraco negro.
1.3.Por onde passa no neoliberalismo o devir Che guevara.
2. A construção do objeto: cena em que o grupo é possuído pelo objeto, e devindo-o realiza uma cena-performace.
Momento 1. Cena intensificada

Momento 2. Diálogo com a cena. Que questões?
Momento 3. Objeto-problema.
3. Produção de dados

3.1. Escolha do objeto-problema. Diálogo. Consenso
3.2. Desenho do laboratório ( a. cenas do objeto em diferentes situações, vistos por diversos atores sociais, com seus problemas, com seus sonhos, medos e desejos... b. cenas intensificadas... c. multiplicitação das cenas... d. outras experimentações ...)
3.3. Realização do laboratório
3.4. Fechamento / Relatório: desenha-se uma compreensão das linhas de fuga e de captura, produção-reprodução e antiprodução, atravessamentos e agenciamentos, rostridade e realteridade do objeto.
4. Validação do Relatório
4.1.Transformação em cenas
4.2.Multiplicar por afectos e perceptos
4.3.Intensificar
4.4.Transportá-las p/ outros Territórios
4.5.Relatório Final
Fechamento.
O que fica?
Usos
Na vida
Na produção de conhecimento
Na contrução de uma nova utopia ativa.
Roda - de - samba
*** Estes esquizodramas foram extraídos do trabalho já citado Esquizoanálise e produção do conhecimento de Bichuetti, Amorin e Oliveira

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

ESQUIZODRAMA DO AMOR

                                   ESQUIZODRAMAS DO AMOR

                                                                        JORGE BICHUETTI





                                                                        
O amor é espaço de vida, vida-desterritorialização...
Tão é que o narcisismo tende capturar as forças do amor e estriá-lo...
Vivemos a potência do amor na impotência da falta: é a subjetividade edípica, o capitalismo e suas corporeidades...
Amar é não apenas possuir, triangular e reeditar outros vínculos, agora distantes; amar é partilhar, doar-se e alegrar-se, con-viver na plenitude da florescência e frutificação...
... Inegavelmente, sofremos... amamos na contramão.
Assim, urge trabalhar em nós a potência do amor, potência caosmótica, criadora de vida e de vida plenificada:

                       Esquizodrama do Amor ( 1 )

Aquecimento:
- alongamentos ao som de Edith Piaf...
- valsa: com sedução, romantismo, sensualidade...
- tango – com respiração onde se busca produzir um som vindo do ventre...
* Movimentos, danças, trocas... com o auxílio técnico de maquiagem, lenços, chapéus, echarpes, tudo que possa dar mais expressão...

Movimento 1
Baseando-se na exposição de Guattari ( micropolítica do desejo ), organiza três grupos e estes realizam cenas de amor:
- amor-edípico (dependente );
- máquinas –celibatária ( amor livre, sem vínculo ) ;
- solidão compartilhada ( amor-terno suave- e comprometido )

Movimento 2 : Trabalho – trocas de papéis, solilóquios, problematização...

Movimento 3: Construção de cenas com a consigna “ o que posso no amor-suavidade e não ousei”

Movimento 4 : construção coletiva de uma perfomace do amor –suavidade

Fechamento: valsa-ternura e bailado do amor-generosidade-partilha e alteridade.

                       Esquizodrama do amor (2 )
                                  Maria de Fátima de Oliveira

*** Após o vivenciado, se escreve, individualmente: cartas de amor.
E elas são lidas num ambiência com velas, rosa, luz baixa etc..
É uma agregação de sua oficina cartas de amor. desenvolvida durante anos na clínica do Caps.


Cartografia do Amor


Aquecimento - Flores, velas, cantos, Dança da Mamãe Oxum
Paisagem 1. A ilha das poesias
Paisagem 2. Enseadas de Flashs/fotos e imagens
Paisagem 3. Redemoinhos musicais
Paisagem 4. Conchas, corais do mar das lembranças
Paisagem 5. Histórias que o barco contou
Paisagem 6. O vento-norte de um amor-acontecimento
Paisagem 7. Miragens-Sonhos de uma noite de verão, de amor...
Paisagem 8. Revoada de pássaros/lendas de amor.
GT - afetos/ressonâncias, linhas...
Relatório
              
             Esta é uma experimentação de pesquisa...
             Em cada paisagem, existem um coletâneo de coisas que se escolhe uma ao acaso ( por exemplo, poesias, mísicas, lendas, fotos, contos etc...) e outras paisagens paéis em branco que o grupo preenche que suas histórias ( lembranças de amor, um sonho não vivido, um amor-acontecimento próprio ou de outrem etc)....
             Cada grupo, então, faz uma conversa e produz uma performace e um relatório das afetações.
              E do produto final, cartograva-se o amor entre todos...
 

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Esquizodrama do devir, da fragilidade às potências...

ESQUIZODRAMA DO DEVIR : DEVINDO-SE NOVO E POTENTE DE NOSSAS PRÓPRIAS FRAGILIDADES


jorge bichuetti

maria de fátima oliveira



indrodução breve: O devir se dá favorecido por alisamentos de espaços que segundo guattarri em caosmose são a loucura, a arte, a criança, a paixão e as situações de crise.

Deleuze acrescenta a enfermidade como situação caosmótica.

Negri o interpreta dizendo que é a velhice.

Este é um esquizodrama que pergunta: qual é a potências das nossas fragilidades?



                                            Esquizodrama:

Aquecimento: exercíos de alongamento e de bioenérgética, hiperventilação com danças tribais que são intensificada ( com sons guturais e retiradas de funções corporais ) até o cansaço máximo.

Movimento 1: - identificação do ponto/parte do corpo mais frágil;
                      - formação de grupos;
                       - breve dálogo sobre o frágil.

Movimento 2: - montagem de máquinas de guerra não bélicas, através das conexões entre as partes frágeis;
                      - uma performace da máquina montada...

Movimento 3: - criação de atos potentes pelas máquinas montadoas:
                       • como máquina de amar,
                       • como máquina de cuidar
                       • como máquina de lutar
                       • como máquinas de viver, alegremente...

Movimento 4: - conexões das máquinas, uma rede de máquina;
                      - criação de uma dança coletiva, de uma canção ou som melodioso, e exploração do espaço com alegria, suavidade e bravura...

Movimento 5: - todos retornam ao círculo, e procuram identificar uma potência que desconheciam em si,
                      - se fazem pequenas perfiormaces individuais do que desejam levar para a vida destas potências ouvidas ou desconhecidas, ou ainda não atiualizadas...

Encerramento: -Celebração coletiva com samba-enredo da vida e da alegria...
                        - trocas e conclusões...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

esquizodrama do cuidado

   Esquizodrama do Cuidado
Jorge Bichuetti
Maria de Fátima Oliveira






O acolhimento é estratégico na mudança do modo de cuidar.
    E, ele, para plenificar-se necessita da invenção de novas práticas de cuidado, isto é, da superação do modo asséptico, de baixa afetividade,, scripit pronto e ações corretivas do modelo tradicional.
    Estes esquizodramas visam, assim, propiciar a re-invenção do cuidado.
      
          Aquecimento.
    1. Alongamentos, exercícios bioenergéticos e danças tribais com hiperventilação.
    2. Sensibilização: escuta-se, então, a música ¨Gente Humilde¨.

          Movimento 1
     - Em grupos, discutem-se a dor do usuário;
     - criam-se e apresentam-se as cenas de dor;
     - intensificam-se problematizam-se as cenas.

         Movimento 2
      - Montam-se cenas do cuidado feito com o modo de funcionar dos serviços;
      - conversam-se.

          Movimento 3
       Versão A
       - os grupos irão agora inventar um cuidado acolhedor para cada dor encenada, como:
          * crianças, usando o brincar;
          * índios, através de rituais tribais;
          * artistas, mediando a ação pela arte ( uma obra de arte);
          * loucos, com a desrazão, a loucura linda de Pichón-Riviere, inventarão um cuidado à moda do louco.

           Movimento 4
        - Conversar e extrair das experimentações linhas, traços, atos, atitudes, modos de agir e afetos para mudanças concretas no dia-a-dia do cuidado.

           Fechamento
         Valsa, samba, performace: uma elegia ao direito à saúde
          ou
         Uma estátua que represente um novo cuidado alegria-vida-suavidade.

                                                          ***

          Este esquizodrama já foi trabalhado de inúmeras maneiras, assinalaremos aqui outras duas versões para o movimento 3.

         Versão B
          Usando-se o surrealismo, ir à deriva, cada grupo sorteará tr~es elementos para compor a sua invenção de um novo cuidado.
          Por exemplo:
          Elemento 1 - Natureza: flores, pôr-do-sol, chuva, cachoeira, céu estrelado, revoada de pássaros etc...
          Elemento 2 - Cultura: poesias, canções, viola, fogão-de-lenha, serenata, dança etc...
          Elemento 3 - Conceitos, sentimentos,  ou estados de ânimo: alegria, linha de fuga, ternura, tranversalidade, carinho, compaixão, rede, solidariedade, multiplicidade etc...
          Cada grupo terá aleatoriamente três diretrizes ( concretas ou suas ressônancias / afetações ) e com elas invertar-se-á uma prática de cuidado.

          Versão C
           Baseia-se no conceito de cuidado de Leonardo Boff.
          Cada grupo trabalhara um elemento do conceito na reinvenção do cuidado: amor, compaixão, ternura vital, carícia essencial, justa medida, conviviabilidade e solidariedade.
         Obs. Pode-se ou não agregar outras diretrizes.

                                                             ***

          Não se pode deixar de dizer que os construímos fortemente afetados pela produção de Merhry e equipe, Sílvia Matumoto e Cinira Fortunato.
          Já o realizamos com trabalhadores e estudantes do PSF, do CAPS, da Universidade e em Congressos e sempre saímos com a emoção alegre de que o cuidado que hoje é exclusão e impotência, pode se transformar e devir, efetivamente, cuidado alegria-potência-suavidade, enfim, amor.


 

      

  ¨ QUALQUER AMOR JÁ É UM CADINHO DE SAÚDE,

            UM DESCANSO NA LOUCURA. ¨ GUIMARÃES ROSA

         ¨ ... E QUALQUER DESATENÇÃO, FAÇA NÃO...

           PODE SER A GOTA D'ÁGUA.¨ MARIA BETHANIA



                                    



           PRÓXMIMOS ESQUIZODRAMAS:

                      ESQUIZODRAMA DO AMOR

                      ESQUIZODRAMA DO TEMPO

                      ESQUIZODRAMA  DO CUIDADO-EQUIPE-TRANSVERSALIDADE









segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

um esquizodrama social

UN ESQUIZODRAMA SOCIAL


LA SUPERACIÓN DEL CAPITALISMO.EXPERIMENTACIONES CORPORALES Y CREACIONES VIRTUALES. ( UN ESQUIZODRAMA).

 Coordinador: Jorge Bichuetti

Duración: 2hs

Material técinco: sonido



Este taller, un Esquizodrama, trabaja basado en la experimentación corporal y en la creatividad inventiva, las contradicciones opresivas del capitalismo, economia de explotación del hombre por el hombre, de la dominación y de la mistificación.

Busca , también, la invención a traves de lo que puede un cuerpo (Spinoza), acá cuerpo social, creando nuevos modos de existir, nueva sociedad, el socialismo.

La técnica esquizodramática será desarrolllada teniendo como caja-de herramientas la bioenergética, hiperventilación,, la multiplicidade dramática e el teatro del oprimido.

Tras un calentamiento desterritorializante, serán compuestos como tareas grupales la representación de 1) La plusvalia, 2) La alienación, y 3) El fetichismo de La mercancia.. Primero, como estatua; despues como escena.

La escena se echará en uno foco de problematización y luchas....Tiene en este rato el objectivo de intensificarse las contradicciones y de percibirse las luchas inmanentes al funcionamiento del capitalismo.

Ahora, entonces, los grupos han de tejer nuevas posibilidades de producción y de relación entre los hombres: escenas de una vivencia de la producción sin la plusvalia; escenas de hombres viviendo sin lo asujeitamiento de la alienación y escenas de un mundo fuera de la lógica del fetichismo de la mercancia.

Esto puesto, se charlará confrontando los dos mundos.

El grupo concluirá diseñando las potencias del nuevo mundo necesario.

Por cierre, se hará una danza tribal de socialización, relajamiiento y intensificación de las salidas caviladas de nuestra realidad.

sábado, 23 de janeiro de 2010

2 esquizodramas

Esquizodrama del devenir guerero. El devenir revolucionario en Che, subcomandante Marcos y Las Madres.


Adriana Molas
Jorge bichuetti
Mariana Folle
Maria De Fátima Oliveira



1. Introducción: Calentamiento. Duración: 15 minutos

Giras como animales
Danzas Guereras
Canciones de protesta .

2. Primero Movimiento. Indignación. Duración: 30 minutos

“ ... si es alguién capaz de indignarse ante cualquier injustiza, entonces, somos compañeros y es esto lo que vale¨ che

Escenas- afectación- multiplicitación como poetas, niños, locos y madres.

Corta conversación.

3. Segundo Movimiento. Rebeldia. Rebelión. Lucha. Duración: 30 minutos

“ ... la unica lucha que se pierde, es la que abandona¨. Las Madres

a. La lucha.

Obra de arte, ritual tribal, sueño delirante y juego infantil.

b. Una guerrila

Focos. Acciones. La sierra.

4. Cuarto Movimiento. Otro mundo es posible...

¨... no es preciso conquistar el mundo, basta hacerlo nuevo. Hoy. Nosotros. “ Subcomandante Marcos.

Escena- estatua viva- manifiesto cultural- danza.

5. Un cierre.

Conversación
Danza de la lluvia.


Esquizodrama y personajes conceptuales. El loco, la puta, el hechicero y el guerrillero.





Mariana Folle
Jorge Bichuetti
Adriana Molas                                                                                                  
Maria de Fátima Oliveira.


1. Calentamiento. Duración: 15 minutos
Cumplimientos y espejos. Visajes, aullidos, cariños, seducciones... Un baile.

2. Primero Movimiento. Duración: 15 minutos.
La vida hecha por locos, putas, hechiceros y guerrilleros.
Interación, movimientos, charlar solito, y ¨performaces”.

3. Segundo Movimiento. Duración: 30 minutos.
Liberación de los reprimidos en escenas:
a. Alcades – el loco en gubernancia;
b. Esposas – las putas en hogares y amores;
c. Maestros- lo hechicero en la escuela;
d. Terapeutas – guerrilleros en la terapia.

4. Tercero Movimiento. Un que es otro que por suya vez ya es un otro... Duración:30 minutos.
- Un delirio que es poesia que por suya vez es un acto instituinte de vida nueva.
- Un acto de seducción sensual-libre que es poesia que por suya vez es un acto instituinte de vida nueva.
- Una milonga de hechicero es poesia que es por suya vez acto instituinte de vida nueva.
- Un sueño guerrillero que es poesia que por suya vez es acto instituinte de vida nueva...

5. Un cierre. Duración: 30 minutos .
Conversación.
Una estatua, una musica. Con los otros que ha en mí.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

4 esquizodramas

 4 Esquizodramas


Taller1

Título: ESQUIZODRAMA, UNA CLÍNICA DE LIBERACIÓN. LA UNIDAD LATINOAMERICANA Y EL SOCIALISMO
EJE: Esquizoanalisis
Coordinadores:

Jorge Bichuetti
Maria de Fátima Oliveira
Kámila de Falco
Adriana Molas

Duración:1h y 30m

Número de participantes: de 20 hasta 120

Materiales: sonido y micrófonos.

Resumen:

Este taller es un esquizodrama que busca crear un dispositivo de subjetivación, donde la política y la clínica se aúnan el devenir de un nuevo hombre que para allá de los conflictos de la América Latina produzca la superación del instituido y lo nuevo, El hombre socialista.

1. Calentamiento:

Mitos guereros de los pueblos latinoamericanos- una danza – hiperventilación- formación de un cuerpo nuevo con elementos de distintos pueblos

2. Desarrollo

a. escenas de las dolores de los oprimidos latinoamericanos; intensificación de los conflictos; posibles soluciones y conecciones de las escenas de superación con la montaje de um solo pueblo.

b. Sueño de los pueblos; sueño en estatua; estatua en movimiento y un canto...

3 .Un cierre:Um pueblo en marcha: grupo1: una poesia; grupo2: una docena de reivindicaciones y grupo3: trueques de potencias.

Danza de La fraternidad latinoamericana y charla colectiva.

TALLER 2

Título: CRISIS Y SUBJETIVIDADES EMERGENTE. ESQUIZODRAMA, LA KLÍNICA DEL DEVENIR
Eje
:Esquizoanalisis

Coordinadores
:Maria de Fátima Oliveira
Jorge Bichuetti
Adriana Molas
Mariana Folle
Kámila de Falco

Duración:1h y 30m

Número de participantes: de 20 hasta 60

Material:sonido

Resumen:

1. calentamiento: ejercicios bioenergéticos muy despacios- casi a cero; en una calle, en una fábrica, en una relación sexual.

Animales; voceros, danza- un tango y una valsa.

2 .Desarrollo

a Escenas:

- soledad en la multitud; charlas de la razón cientifica; adultos robotizados en un hogar y lo practico –sumiso en la lucha por lo existir.

Identificación; de los rasgos de subjetividad y montaje del hombre de todo dia.

b.Escenas: pasión y enamoramiento, encanto, estrellas y canciones.; un delírio, un sueño; niños en acción trabajando en una fábrica.

C. De las acciones de rutina hacer obras de arte

Charla: ¿ Cuál ES la subjetividad emergente?

Cierre: creación de un nuevo hombre para uno mism
Estatua, El samba


TALLER3

Título: ESQUIZODRAMA, SINGULARIDAD Y PRODUCCIÓN DE VIDA. LA VIDA COMO OBRA DE ARTE.

Eje: Esquizoanalisis

Número de participantes: de 20 hasta 120

Materiales:sonidos y microfonos

Coordinadores:

Jorge Bichuetti
Kámila de Falco
Maria de Fátima Oliveira
Adriana Molas
Mariana Folle

Resumen:

Este ES un esquizodrama que busca producir una capacidad de vivir la vida como desejo que se hace fruto y lucir. Basado en Foucault

1. Calentamiento: ejercicios bioenergéticos, canoaje y hiperventilación.

2. Desarrollo

A . Una escena de la rutina- multiplicación dramática- ver las ptencias olvidas en todo dia.

B. Devenir otro de un pedazo

C. Vivir haciendo de la vida una obra de arte

3.Um cierre: la poesia y el canto como acto; danza de rueda


TALLER4

Título:UN ESQUIZODRAMA DE INVESTIGACIÓN. LAS MADRES, 30 AÑOS. ¿QUÉ HIJOS PARIERON?

Eje: esquizoanalisis

Número de participantes: hasta 200

Materiales
:sonido e micrófonos

Coordinadores
Maria de Fátima Oliveira
Jorge Bichuetti
Adriana Molas
Mariana Folle
Kámila de Falco

Resumen:

1. Calentamiento: danzas tribales, lentificación del luto y Dolores, las madres en ronda. La ronda: dolor, tristeza, rabía, rebeldia, insurgência, amor y solidariedad.

2. Movimiento 1. Las madres en escenas: meditación y solilóquio; lucha y charla; cotidineidad y el sueño.

Movimiento 2 De las afecciones... ¿ Qué hijos somos? = escenas

_ sacar de las escenas un devenir

3. Um cierre:Saludaciones a lo nuevo y a lo que vendrá tras este ahora..

4. Un proyecto a las Madres para uno y todos. Celebración