sexta-feira, 4 de março de 2011

SOCIEDADE DE AMIGOS: A REVOLUÇÃO NO HORIZONTE AZUL...

                     DEVIR REVOLUCIONÁRIO
                                                      Tânia Marquez


Até quando o sono da alienação?
Até quando a inércia ativista?
Até quando a ausência de indignação?
Lutemos por uma vida revolucionária
capaz de gerar a nossa libertação

O capitalismo mata
De fome, de enchente, de desmoronamento
A burocracia do Estado assassina na sua lentidão
As pessoas morrem por motivos fúteis
Lutemos com as brechas que temos
Por um devir revolucionário
Precisamos nos reinventarmos
sem ideais de trono e poder

Mesmo que esse poema seja panfletário
Não seja mais otário
Acorde para um mundo novo
Meta a cara e vá em frente!
Não seja reacionário
Torne-se libertário, cooperativo e solidário!  
DO BLOG:  http://marquesiano.blogspot.com     
 

5 comentários:

Anônimo disse...

Dr. Jorge,

Como era lindo o Che.
Não precisava nem dizer nada.
Opinião de mulher!
Denise

Anônimo disse...

Dr. Jorge,
Estudei interna, em colégio de freiras por duas vezes.
Eramos tratadas como se fossemos todas iguais. Do uniforme aos mais belos sonhos. Diferentes ´claro.
Os uniformes comunistas e os sonhos
a liberdade, o decobrir o mundo, as vontades e felicidade.Denise
Ah dr. esse negócio de comunismo não tá com nada.Juro! De

Jorge Bichuetti - Utopia Ativa disse...

Denise, sim, era lindo de corpoe alma. Hoje, já são outras as proposições da igualdade, um socialismo com liberdade, magia, sonhos e poesia... Não o socialismo burocratizado e violento que houve um dia.
Abraços, com carinho e muita ternura.
Jorge

Adilson - Rio de Janeiro - Brazil disse...

Essa é a nossa Tânia...Linda como sempre na sobriedade de seus texto,,,,pois é precisamos no livrar do darwinismo social...o humanos chegou até aqui pela cooperação e nao pela competição ...
Bacana Jorge valeu o post
Um abraço em vc e na Tânia

Jorge Bichuetti - Utopia Ativa disse...

Adilson, a Tânia com sua poesia sempre nos leva aos domínios das utopias solidárias.Bárbaro.... Belo. Abraços, Jorge